Inflando campanhas políticas com perfils falsos

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Não tem nada mais repugnante e reprovável em uma campanha que envolva mídias sociais ações que envolvam perfis falsos. E a gente, que já é bem grandinho, sabe que isso é mais que comum.

Trabalhar com fakes em redes sociais é uma ideia que tem que ser feita, no mínimo, com inteligência (apesar da ideia em si já ser um tanto quanto burra).

O cara cria um tanto de fake que fica em uma rede de fakes ou então isolado, sem amigos ou seguidores, mandando spam (repetindo o mesmo texto para inúmeros usuários e/ou comunidades) e ainda quer que a gente aceite numa boa? Não rola.

Abaixo tem para vocês uma pesquisa não muito abrangente, mais para matar a curiosidade e provar como esse tipo de ação envolvendo perfis falsos tem sido feita.

Perfis sem amigos, ou com amigos igualmente falsos ficam publicando o mesmo texto em várias comunidades do Orkut. Originais e sagazes essas galeres, ahn?
Busquei alguns casos sobre Hélio Costa, e vocês poderão ver aí ações que tentam o beneficiar e o denegrir. Engraçado perceber como que a argumentação dos fakes geralmente são fracas e insustentáveis, além de pouco criativas já que em algumas vezes nem vírgulas são trocadas de lugares.

Além desse tipo de atitude, políticos e seus apoiadores têm deixado rastros de não-entendimento das redes também em comentários de blogs e jornais. Flood´s. Em uma das matérias que fala sobre o processo do Twitter Brasil, no Estadão, dois comentários suspeitos foram deixados lá. São suspeitos porque eles falam praticamente a mesma coisa e suas autoras sequer voltaram para acompanhar a discussão. Fiz uma provocação através dos próprios comentários e nenhuma resposta foi dada.

Outro exemplo vem de um dos blogs sobre eleições que tenho acompanhado, chamado O Povo quer Falar. No posts linkado vemos uma enxurrada de comentários de ataque são feitos. O mais engraçado é observar os nomes dos comenaristas… Aí eu me pego imaginando a cena do Joãozinho sentado no computador criando discussões com o bloco de notas e inventando nomes para os participantes.

Mal sabem eles que fazendo esse tipo de coisa estão ajudando ainda no SEO do blog, aumentando a relevância da página no Google. A gente agradece, trolls políticos.

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Twitter, alfinetadas e análise do discurso

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Existem inúmeros pesquisadores que trabalham a análise de discursos, e dentre os teóricos mais importantes dessa área de estudo está Dominique Maingueneau. Esse moço aí cunhou o termo “aforização”.

A essência desse termo foi concedida durante um evento em 2007 e faz referência à proposta de um autor de ter parte do seu discurso destacado por demais. Trata-se de lingüística, e como a proposta desse blog não é um aprofundamento acadêmico na discussão, vou resumir superficialmente a “aforização” como a “estratégia” de se criar textos para que estes sejam citados.

Em minha humilde, leiga e empolgada observação acerca dos discursos políticos feitos para as redes sociais, sinto ares de aforização (por mais que, talvez, a equipe de comunicação dos candidatos a faça de forma incosciente). Textos são twittados com objetivo de aparecer no tablóide que selecionam as “melhores” mensagens publicadas no microblog, ou ainda com a intenção de “cutucar” adversários. É uma estratégia válida.

Para exemplificar um pouco disso e como o sujeito oculto tem se mostrado. Pensemos em uma situação de Minas Gerias, olhando o Twitter de dois candidatos ao senado: Fernando Pimentel e Itamar Franco.

Os dois recebem um considerável apoio dos eleitores mineiros, mas como em qualquer batalha, recebem pedradas. A polêmica mais recente entre esses dois é a questão dos suplentes que os-acompanham.
Por causa desse papo de suplente, é possível sentir alfinetadas pairando nos Twitters dos dois. Chega a ser divertido observar, principalmente quando conseguimos identificar o alvo da cutucada “abstrata”.
Vejamos:

Antes de entrarem na minha idéia é legal relembrar o que fala Roland Barthes sobre leitura. Qualquer texto é uma obra inacabada, já que é o receptor que irá atribuir sentido à mensagem, portanto, essa é a minha interpretação, podem haver outras, claro.


Nesse tweet feito por Pimentel (que aqui em BH tem sido chamado de “motoboy, pois tudo que você dá para ele o cara entrega” – como a prefeitura de BH, que foi entregue à Márcio Lacerda por coligações no mínimo estranhas) dá para sentir que ele direciona o discurso para a polêmica dos suplentes. Mas ao tentar indiretamente falar do vice do seu concorrente ele acaba é vacilando ao defender Virgilio Guimarães, o cara que apresentou Marcos Valério aos dirigentes do PT e foi CONTRA o Ficha Limpa. Oi???
A idéia de atacar de forma sutil foi boa, Pimentel, mas o texto que você usou foi muito preocupante. Orgulhar de trabalhar com esse cara é UÓ.


Vamos agora ao Twitter do sô Itamar. Aqui, meus caros, outra alfinetada flutua. Ffff (onomatopéia do barulhinho do vento, saca? Coloca os dentes de cima no lábio debaixo e dá uma sopradinha. Isso!).
O que rola nesses poucos caracteres aí é uma pisada no calo alheio. O topete tá falando da declaração que a Dilminha fez sobre o Pimentel. Ela fala que ele será o “seu” senador. Mas comassim, dotôra? Apoiar o senador é uma coisa, mas colocar o dele na reta é piração.
Nesse vídeo de “apoio”, ela fala: “Caso seja eleita precisarei muito dele no senado”. Ah tá, sei.

Esse papo aí já rendeu até outra Twittada/alfinetada do Itamar. Afiadinho, hein?

Resumindo, meu povo, eu acordei acadêmica demais nesse setembro lindo que anuncia já que as eleições estão por perto e resolvi compartilhar com vocês essas reflexões sobre usos do Twitter.

Ficar só no Twittar cheio de agenda e de links não pode. Usar esses artifícios de conteúdo é uma boa sim, mas usar a ferramenta de forma inteligente e POLÍTICA é bem saudável.

Acho que é o Boechat, da Band, que fala que é bom quando vemos o circo pegando fogo entre eles, porque é assim que podemos ter certeza de que eles estão trabalhando (tipo, defendendo seus próprios interesses, ou não). Quando tudo fica harmonioso demais, é sinal de alerta, alguma coisa errada está acontecendo.
Boto fé nas alfinetadas via Twitter.

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Meganão ao AI5 Digital

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Já dá para calcular quase 900 dias em luta contra o AI5 Digital, conhecida também como Projeto de Lei 84/99 que aborda os cibercrimes.

Ainda paralisado na Câmara dos Deputados desde março de 2009, o projeto visa a censura na internet camuflada com discurso contra os crimes cometidos na rede.

A militância contra o AI5 digital periodicamente convoca blogagens coletivas, e esse post é parte de mais uma ação do tipo.

Agora um sujeito aí denominado Deputado Pinto Itamaraty pede a aprovação do PL 84/1999. Tem noção? Não custa nada pra essa loucura ser aprovada, já que nossos políticos já deixaram muito bem o que conhecem sobre web (vide processos do Twitter Brasil, pedidos de prisão por causa de Youtube e afins).
Foto retirada do Marioav

Outro fato curioso (e desesperador) é uma organização de um tal evento que propõe discutir os crimes eletrônicos. Organizado pela revista Decision Reporte, que pelo visto vai muito com a cara do Azeredo, o evento que aconteceu nesta terça-feira tinha os seguintes DEBATEDORES: Febraban, Redecard, Itaú Unibanco, OAB, FIESP, Polícia Federal e Câmaras Legislativas federais e estaduais.

O que esse povo entende de internet além dos seus próprios interesses, meus caros?

É desesperador ver isso, portanto, MEGANÃO pro AI5 Digital mais uma vez. Contribua postando, blogando, twittando e ajudando a divulgar essa história absurda.


Charge retirada do blog da Lu Freitas

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Voto nulo anula eleição?

É triste, mas é verdade: aquele papo de que se 50% dos votos forem nulos a eleição seria cancelada é uma interpretação mitológica da lei. Voto nulo NÃO anula eleição.

Eu mesma era uma das vítimas do mito do voto nulo, mas fui lendo por aí e então a ficha caiu. Patinha.

Não vou entrar no mérito de vale ou não vale a pena votar em alguém e do significado que pode ter um voto anulado, quero apenas apresentar o que descobri sobre o Código Eleitoral a respeito do assunto.

Caso metade dos eleitores realmente opte pelo voto nulo, de fato uma nova eleição deve acontecer. O artigo 224 do Código Eleitoral diz que “se a nulidade atingir mais da metade dos votos do país nas eleições, (…) o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias”

Nós, leigos e inocentes eleitores, simplesmente abrimos um sorriso maroto com esse artigo, entretanto, uma interpretação recente do TSE muda o entendimento do texto. A realidade disso aí é que a nulidade só seria considerada quando os votos fossem anulados devido a ocorrência de alguma fraude que obrigue a sua desconsideração.

Mais de 50% de votos dos cidadãos anulados, simplesmente porque eles estão desacreditados com tudo (acho que conheço alguém com esse perfil…), no fim da história não muda nada.

Se for prum lado o bicho pega, pro outro o bicho come (ops, não tô falando do Serra). O jeito é realmente decidir por algum para não ser passivo e dar chance para os piores.

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Projeto Meritíssimos

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Apesar do ter um site bem feio, o Meritíssimos tem uma proposta muito interessante e válida. A ideia é monitorar o desempenho dos ministros do Supremo Tribunal Federal.

Lá podemos ver estatísticas sobre cada trabalho feito por cada ministro. É possível, por exemplo, verificar quanto tempo levou para uma decisão ser tomada por eles.

Os processos recolhidos que tramitaram no ST desde janeiro de 1997 estão por lá. Diariamente é feita uma coleta de processos referidos no Diário de Justiça Eletrônico e fazem uma atualização geral periodicamente.

Os processos estão organizados através de categorias como o ramo do Direito (Administrativo, Penal etc.) e a classe processual (Habeas Corpus, Agravos de Instrumento e assim por diante). Ainda podemos fazer combinações com os Estados de origem dos processos.

Vale a pena superar todas as dificuldades de arquitetura de informação colocadas no site (pô, é um desafio!) e entender melhor o que esses caras andam (não) fazendo.

Gráfico com as quantidades de processos que ingressaram no STF a partir de 1997

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O simulacro de um comício pela internet

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Tem gente que acha que a internet e as novas tecnologias mudaram o mundo por completo e blás, mas não se tocam que quase tudo que temos é uma mera adaptação do “offline para o online”.

Os nomes, as formas de agir e pensar e as estratégias continuam as mesmas. Elas apenas estão sendo transferidas de um meio para o outro, ora com a linguagem devidamente modificada, ora não.

Vejam só o que o candidato Munir Tannours fez: um comício virtual.

Através do site de transmissão de vídeos Livestream os candidatos da coligação “Amor, Trabalho e Fé” (para mim parece mensagem de adesivo vendido em semáforo) fizeram o encontro.

Fora os problemas técnicos ocorridos como queda de conexão, comentados pelo blog Eleições na Rede, a ideia chamou atenção mais do que teria se fosse da maneira tradicional, pelo visto.

Chegaram a registrar 50 pessoas online, o número máximo de pessoas conectadas no canal. Ou seja, pode ser que mais pessoas tentaram acompanhar o “comício” e não conseguiram por causa da questão técnica, por se tratar de uma conta gratuita.

O mais esperto da parte da galera do comício seria conseguir uma conta paga, sem limites para executar a ideia.

O irônico do fato foi o comentário de uma das pessoas da equipe: disseram que cerca de 400 pessoas estavam do lado de fora da sala onde aconteceu o comício online assistindo a transmissão através de um telão.

Alô? Se tinha gente “na praça” por que decidiram falar pra uma câmera? Não me respondam dizendo que é pela maior “interatividade”, porque isso também pode ser feito (de forma até melhor) pessoalmente.

É a volta. É o símbolo do infinito nas estratégias, nas tecnologias. A gente acaba voltando para o ponto inicial. A única diferença, no fim das contas, foi o fato de as pessoas olharem para um telão enquanto, nos outros comícios, olhavam para pessoas. Puro simulacro.

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Sobre processos de políticos contra blogueiros

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Hoje a noite, a partir das 19:45, estarei com o pessoal da Turma do Chapéu ao vivo para falar sobre a ação judicial direcionada ao Twitter Brasil que já foi comentada aqui.

O víde-chat pode ser acompanhado pelo http://turmadochapeu.com.br/tv-turma-do-chapeu/.

Raquel na turma do Chapéu. (Desculpa, eu sei que a rima é tosca, mas foi inevitável)

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Políticos que Twittam?

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Quem está por trás de cada Twitter político?

Eu acho bem sinistra a ideia de se acreditar que todo e qualquer Twitter de candidatos que se posta em primeira pessoa seja, de fato, atualizado pelo político.

Para que haja um trabalho mais sutil, é fundamental que a assessoria e o candidato tenham uma perfeita harmonia pra não pagar mico igual aconteceu com o @MarqSeroPedica. Uma conversa foi feita com ele via Twitter através do perfil @Twiticos, e depois em entrevista ao Blog de Eleições do Terra ele deu um vacilo tentando fingir que estava por dentro do papo, contudo, acabou assumindo que as atualizações eram feitas por sua secretária.

Para evitar esse tipo de problema, o candidato @AgneloQueiroz decidiu criar uma legenda: todo tweet que tiver “(A)” é feito pela assessoria, e os outros por ele mesmo.

As twittadas em primeira pessoa costumam ser mais pessoais e intimistas. Falam sobre uma situação que viveram, ou até sobre coisas sórdidas. Cá entre nós: saber que a Marta Suplicy está passando por um dia catarrento não foi legal. Ou isso é realmente um tweet feito por ela ou então eu não queria ser a assessora dela. Imagina a cena:
Ao telefone:
- Alô, Marta, o que devo twittar em seu nome hoje?
- Ai, Baria Cláudia, dum sei. Eu tô tão gribada que dem estou cõseguindo bensar.
- Isso, vamos twittar sobre a gripe então?
- Ahn tá, bode ser uma boa ideia. Twitta que estou com catarro bingando. Atchin!

AH NEEEEM.

Outro que andou falando sobre o assunto foi o vovô fofo-ranzinza Itamar Franco através do vídeo aí abaixo. Ele assume que não são todas atualizações do Twitter feitas por ele, mas se esforça pra entrar no ritmo apertando o enter hehe

Você prefere um lance supostamente muito pessoal por ser em primeira pessoa mesmo sabendo que Papai Noel não existe e que o cara dificilmente vai ter tempo pra twittar, ou algo mais “frio”, em terceira pessoa, com sinceridade?

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Hélio Costa desiste de pedir prisão de blogueiro

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Após de ter agido de forma primitiva, o candidato que chama o Flickr de Flicker Hélio Costa tentou reparar o vacilo (depois de tantos outros acumulados) desde o início de sua campanha: desistiu de pedir prisão ao blogueiro Gabriel Azevedo.

Além de ter o blog retirado do ar, o blogueiro estava sendo vítima da censura instaurada pelo ex-ministro das comunicações (para mim essa é a parte mais irônica da história).

O Noblat fez em seu blog um post explicando detalhadamente o fato.

“…Gabriel faz parte da Juventude do PSDB nacional e é presidente da Juventude do PSDB de Belo Horizonte. Criou o blog Amigos do Anastasia para ajudar o atual governador de Minas a se reeleger.

A internet está repleta de blogs como o dele – Amigos do presidente Lula, Amigos da presidente Dilma Rousseff, e por aí vai.

Hélio Costa entrou no Tribunal Regional Eleitoral no dia 03/07 com uma ação contra o YouTube. Pedia que fosse retirada do ar uma animação bem humorada onde ele aparecia pilotando uma nave errante. A trilha sonora da animação dizia que ele não conhece Minas e erra dados sobre o Estado.

A ação movida por Hélio pedia a aplicação de uma multa contra o Gabriel por ter veiculado a animação no seu blog. O TRE suspendeu o vídeo no YouTube e, por isso, considerou que não havia mais crime que justificasse a multa.

Os advogados de Hélio pediam 100 dias/multa contra Gabriel. A conta poderia chegar a 100 mil. Até o meio-dia de 04/07, o vídeo tinha sido visto por quase 6.000 internautas. 

Postei, aqui, na última terça-feira, um vídeo do Youtube sobre um panfleto de 1990 assinado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) que criticava Hélio. Na época, ele era candidato ao governo de Minas com o apoio do então presidente Fernando Collor…”

Veja o post completo em Oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/08/21/blogueiro-em-minas-perseguido-por-helio-costa.

Na noite desta segunda-feira o senhor Hélio Costa tentou dar um CTRL+Z na história retirando o pedido de prisão e colocando uma nota no seu site que tem um tanto de boneco de cera no topo (cara, é medonho):

Então, eles estão assumindo que houve um erro? Vai dizer que foi coisa do estagiário?

Por mais que existam mil detalhes partidários no meio dessa história (que eu prefiro ter distância, aliás), eu me identifico com a história.

Com o caso do meu infeliz blog Twitt Brasil foi a mesma coisa: a Marta Suplicy vacilou e agora veio com uma de “houve um engano” e retirou a ação.

Falta noção por parte destes que acham que só resolvem as coisas (que eles não fazem ideia de como funcionam) através de ordem judicial.

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Felipe Neto: sobre política

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Felipe Neto teve a manha de falar o que está engasgado em muita gente.
Se não há educação, ná há evolução.

Espero que os “menines” comecem a refletir um pouquinho nesses assuntos já que, agora, um cara que é o ídolo do momento está tocando no assunto.;
Se você não faz parte da “galere”, recomendo o vídeo do mesmo jeito.

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